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Exemplo: Duas manchas de aparelho (aparelho colorido à esquerda, aparelho bege à direita) cobertas com uma demão de tinta de acabamento vermelha. A mancha de aparelho colorido é tapada pela segunda demão de tinta de acabamento.
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Fibra sintética, ampliação 50x
Insecto que caiu, ampliação 50x
Vista de cima fibra
Vista de cima oclusão de impureza
Corte fino oclusão de impureza (fibra)
Ampliação 200x
Ampliação 10x
Verso duma pintura estalada com resíduos de óxidos de uma superfície de alumínio finamente lixada aderentes, ampliação 50x
Verso duma pintura estalada com resíduos de metais e ferrugem de uma chapa de carroçaria grossamente lixada aderentes, ampliação 50x
Corte fino perda de aderência
Perda de aderência esquema de pintura
Ampliação 500x
Corte fino picada de agulha
Corte fino de defeito
Picada de agulha branco
Ampliação 10x
Ampliação 10x
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A perda de aderência pode surgir de duas formas. Distingue-se entre a perda de aderência em relação ao substrato (toda a pintura) ou a falta de aderência entre as diferentes camadas
Remover as camadas com falta de aderência. Lixar e limpar cuidadosamente o substrato. Repintura com materiais de base e/ou de acabamento apropriados.
Eclosão da pintura que se revela por levantamentos irregulares, tipo bolha.
Remover o local que apresenta corrosão (ferrugem) e repintura corretamente conforme recomendações.
Alterações da superfície da pintura semelhantes a pequenas bolhas devido a solventes fechados na película de tinta.
Em caso de defeitos na superfície devido a fervuras deve lixar a pintura até às camadas intactas. Lixar ou decapar (raspar) as partes afetadas. Preparar a superfície e repintar corretamente.
Difusão de um contaminante desde o fundo penetrando em todo o sistema de pintura. Ao sangrar se produzem manchas amareladas ou avermelhadas na pintura.
Lixar as áreas afetadas até tirar toda a camada contaminada. Em casos extremos, decapar as partes afetadas. Preparar a superfície e repintar corretamente.
São marcas e desenhos que se formam na pintura depois da secagem superficial da tinta, onde percebemos diferenças em brilho e aspecto.
Lixar as áreas afetadas até ficarem planas. Repintura com processo apropriado.
A ausência de tinta em pontos onde existam impurezas provoca o surgimento de crateras com aparência de olho de peixe.
Aguardar a secagem completa, lixar as crateras até que elas desapareçam, preparar novamente a superfície, fazer uma boa limpeza e repintar corretamente.No caso de grande parte da peça estar com crateras, aconselhamos decapar(raspar) toda a peça.
Algumas partes da pintura se incham formando bolhas.
Decapar (raspar) as partes afetadas. Preparar a superfície e repintar corretamente.
A pintura apresenta riscos ou cortes (fissuras) de comprimento e profundidade diversos.
Decapar (raspar) as partes afetadas. Preparar a superfície e repintar corretamente.
É praticamente inevitável que forças externas como a humidade, alterações da temperatura, a irradiação solar, o sal usado para derreter o gelo, as emissões industriais, os excrementos de pássaros, a seiva das árvores ataquem a pintura. Desta forma, a falta de cuidados regulares e adequados pode provocar a perda de brilho e a diminuição da resistência da pintura em pouco tempo. Por isso: apenas a limpeza e a conservação correctas garantem que a pintura dum automóvel mantenha o seu valor.
Antes de aplicar meios de polimento ou ceras de conservação deve limpar sempre e com cuidado a pintura do automóvel. Nunca polir ou conservar ao sol directo visto que a superfície da pintura aquecida é mais sensível e, por isso, mais delicada de tratar. Repinturas novas, frescas Repinturas novas, frescas apenas devem ser limpas com água pura sem se-juntar nada nas primeiras 4 a 6 semanas. Só depois deste período, a tinta está curada e os resíduos de solventes evaporaram da pintura. Naturalmente, todos os tipos de lavagem (estações de lavagem automática, hidropulverizador de alta pressão, etc.) podem ser usados depois da cura da tinta.
Um véu ligeiro sobre a pintura (p.ex. em automóveis praticamente novos) pode ser retirado com polish de alto brilho. Aplicar o polish suave na pintura limpa e remover com panos macios ou algodão quando começar a secar. Recomenda-se que se conserve o alto brilho com cera com silicone.
No caso de pinturas mais antigas ou muito desgastadas um pré-tratamento com limpador da pintura é necessário depois da lavagem e secagem. Embeber um pano macio ou algodão no limpador e depois tratar área por área com movimentos circulares. O algodão ou o pano podem ficar com a cor da pintura visto que partículas de sujidade e produtos derivados do desgaste da pintura são removidos. Depois desta limpeza a fundo aplicar em todo o caso uma cera com silicone. Recomendamos que faça uma inspecção anual da pintura antes do inverno para ver se a pintura apresenta danos devido à projecção de pedras ou outros defeitos, e que a mande reparar se for necessário. Apenas desta forma é possível evitar o alastramento dos danos.
A superfície apresenta ondulações e rugas na pintura.
Decapar (raspar) as partes afetadas. Preparar a superfície e repintar corretamente.
São ranhuras visíveis sobre a superfície pintada.
Aguardar a secagem completa, lixar com lixa de grana mais fina e repintar.
A tinta forma acumulações em forma de gota ou ondas em superfícies verticais (lágrimas).
Aguardar a secagem completa, lixar as partes afetadas, preparar a superfície e repintar corretamente.
Pintura com superfície ondulada e de alastramento insuficiente (semelhante à casca de laranja).
Em casos simples, depois da tinta seca, lixar e polir. E em casos graves, lixar até obter a superfície lisa e repintar.
Empoeiramento (Over Spray) são pequenas partículas de pintura seca que ficam sobre a superfície, provocando a perda de brilho e má aparência da pintura.
Aguardar a secagem completa, lixar e polir a superfície ou lixar e repintar somente com tinta de acabamento, sem necessidade de aplicar novamente o Primer.
Áreas manchadas mais claras e mais escuras , em parte formando faixas, na pintura metálica.
Aguardar a secagem completa, lixar a superfície e repintar somente com tinta de acabamento, sem necessidade de aplicar novamente o Primer.
Em sua maioria são pequenas elevações irregulares na película de pintura que se produzem devido a partículas estranhas.
Aguardar a secagem completa, lixar as sujeiras até que sejam niveladas, proceder o polimento. Em cores claras dependendo da gravidade, lixar fazer uma boa limpeza e repintar corretamente.
A pintura fica fosca, sem brilho e com aparência ressecada. A cor fica desbotada.
Polir , ou nos casos mais críticos, preparar e pintar novamente.
A base transparece. A tinta de acabamento não cobre bem a pintura antiga ou manchas de primer.
Aguardar a secagem completa, lixar a superfície e repintar somente com tinta de acabamento, sem necessidade de aplicar novamente o Primer.
A pintura apresenta manchas de formas circulares e esbranquiçadas.
Observar a secagem recomendada bem como a espessura das películas e as relações de mistura.
Polir ,ou nos casos mais críticos, remover as camadas que apresentam o problema e repintar novamente.
A pintura perdeu o brilho, ficou fosca.
Em casos simples, polir. Em outros casos, aguardar a secagem completa, lixar até obter a superfície uniforme e repintar.
Ao compararmos a pintura original de um veículo com a repintura que está sendo feita, podemos perceber em alguns casos uma diferença de tonalidade.
Caso a cor ainda precise de ajustes, o acerto de tonalidade pode ser feito com o acréscimo de pigmentos da tinta. Aguardar a secagem completa, lixar a superfície e repintar somente com tinta de acabamento, sem necessidade de aplicar novamente o Primer.
A base transparece. A tinta de acabamento não cobre bem a pintura antiga ou manchas de aparelho.
Lixar ligeiramente depois da secagem e pintar de novo.
A lixagem até ao substrato é um meio auxiliar simples para poder determinar com maior precisão, e no local, um defeito da pintura e as medidas de reparação daí resultantes. Na área da lixagem até ao substrato, as diferentes camadas da pintura são visíveis. Este método permite tirar conclusões sobre os materiais empregues, a estrutura da pintura, a determinação aproximada das espessuras das camadas dos diferentes produtos, e igualmente sobre erros na pintura. Para este efeito, faz-se uma lixagem até à chapa na área com defeito.
Esta lixagem pode ser feita com papel de lixar P240. Para terminar, deve utilizar lixa com uma granulação muito fina (p.ex. P 600 molhado). Para poder avaliar a transição entre as diferentes camadas da pintura e a lixagem intermédia, pode-se polir ligeiramente a área lixada até ao substrato. Através deste método é possível analisar, entre outros, os seguintes defeito da pintura:
Formação de bolhas (veja também o capítulo "Formação de bolhas"). As bolhas demarcam-se como pontos de cor diferente na camada seguinte, visto que a tinta de acabamento está levantada nesta área.
Aparecimento de fissuras (veja também o capítulo ? Aparecimento de fissuras?). Na área de lixagem até ao substrato pode ver a profundidade da fissura. Como meios auxiliares adicionais para aumentar o contraste pode ser aplicada tinta de controlo de lixagem ou tinta da China antes da lixagem (deixar pingar o material para a fissura e deixar secar).
Fervuras (veja também o capítulo ?Fervuras?). Estes defeitos são confundidos muitas vezes com oclusões de impurezas, e nem sempre podem ser identificados de forma inequívoca. Podem ser reconhecidos por cavidades na camada afectada.
Crateras (veja também o capítulo ?Crateras?). Crateras são depressões rasas na pintura que surgem na pintura antiga ou na superfície da pintura nova, ou que constituem incompatiblidades em relação ao substrato.
Picadas de agulha (veja também o capítulo ?Picadas de agulha?). Picadas de agulha têm na sua origem em defeitos como fervuras ou poros na base.
Marcas de lixagem / afundamento As marcas de lixagem são visíveis na camada lixada como linhas cheias com outra cor. O desenho das marcas de lixagem permite tirar conclusões sobre o método de lixagem utilizado (lixagem manual, lixadeira excêntrica?).
Como os círculos concêntricos visíveis num corte de tronco, as camadas da pintura antiga estão à vista depois da lixagem até ao substrato. Desta forma pode, por exemplo, constatar quantas vezes um carro foi reparado e se existe o perigo de excesso de revestimento se aplicar mais uma pintura.
Marcas do polimento com pouco brilho e acinzentadas devido a riscos muito finos na superfície da pintura.
Observar as espessuras da película, tempos de secagem e dosagem de endurecedores aconselhados. Deixar secar a pintura suficientemente e em profundidade antes do polimento (eventualmente fazer uma secagem adicional com aparelhos de infravermelhos). Utilizar meios de polimento e máquinas de polimento adequados. Não emperrar a máquina de polir, não exercer muita pressão. Não polir ao sol. O objecto não deve estar aquecido.
Polir mais uma vez com polish de alto brilho usual, se necessário utilizar primeiro Glasurit Massa de polir fina 562-1602.
Marcas de lixagem na base transparecem na superfície da repintura como estrias.
Lixar ligeiramente e repintar com materiais de base e/ou de acabamento apropriados.
Chama-se metameria ao efeito que provoca que duas pinturas parecam iguais, por exemplo, à luz do dia, deixando no entanto aparecer uma diferença de tonalidade em outras condições de iluminação, como a luz artificial da garagem ou a iluminação das vias públicas.
Além das características especiais da percepcão de cores pelo homem, existem várias causas para o aparecimento de metamerias:
No caso de cores desconhecidas, a metameria apenas pode ser evitada através da elaboração da cor pela medição cromática. Para cores conhecidas (existe uma fórmula de mistura) o controlo da tonalidade deve ser feito sob diferentes tipos de luz. A afinação da cor deve ser feita com as bases corantes que constam da fórmula de mistura e/ou de acordo com as indicações na tabela de afinação de cores.
Metamerias menores podem ser corrigidas pela técnica de disfarce em grande extensão. No caso de metamerias mais acentuadas, a tonalidade deve ser misturada novamente ou elaborada pela medição cromática.
Na maioria das vezes, são saliências pequenas, irregulares na película de tinta provocadas por partículas estranhas (p.ex. poeira) de tamanho, forma, tipo e distribuição variados.
Polir com Glasurit Massa de polir fina 562-1602 e dar brilho com um polish de alto brilho usual. Lixar defeitos maiores até ficarem planos e pintar de novo.
Gotículas de nevoeiro de tinta do processo de pintura pulverizadas finamente na superfície ou não absorvidas inteiramente pela película de tinta.
Polir com Glasurit Massa de polir fina 562-1602 e com um polish de alto brilho usual.
A perda de aderência pode surgir de duas formas. Distingue-se entre a perda de aderência em relação ao substrato (toda a pintura) ou a falta de aderência entre as diferentes camadas.
A perda de aderência pode ser provocada
Para evitar perdas de aderência é necessário recorrer a um primário adequado ao respectivo material do substrato (p.ex. para alumínio ou plástico). Aplicar o material de base conforme as indicações nas fichas técnicas. Não aplicar camadas excessivamente espessas. Limpeza cuidadosa do substrato.
Remover as camadas com falta de aderência. Lixar e limpar cuidadosamente o substrato. Repintura com materiais de base e/ou de acabamento apropriados.
A pintura perdeu o brilho.
Primeiro, tentar polir com Glasurit Massa fina de polir 562-1602. Dar brilho com polish de alto brilho. Se não for possível reparar a perda de brilho desta forma tem que ser feita uma repintura.
Furos pequenos na pintura devido a fervuras nas camadas inferiores, abertas por lixagem.
Defeitos tipo picada de agulha apenas podem ser reparadas por lixagem ou tapando a áera afectada com betume.
Aparecimento de pigmentos devido à decomposição de aglutinantes na superfície da pintura.
Em primeiro lugar, tentar polir com Glasurit Massa de polir fina 562-1602. Depois, dar brilho com polish de alto brilho. Se, desta forma, não for possível reparar as áreas queimadas, deve-se lixar ligeiramente a área danificada e pintá-la.
Corrosão em forma de ponto na superfície da pintura.
Poeira industrial
Precipitações das chaminés das fundições e da indústria do ferro. Resíduos de fricção de carris e brita. Partículas de ferro que aparecem sobretudo em superfícies horizontais, e que oxidam com uma humidade do ar elevada atancando, então, a pintura.
Saltar de faíscas
Saltar de faíscas da catenária das vias-férreas (eléctrico, comboio). Saltar de faíscas provocado pelo trabalho com rebarbadora, pela soldadura ou pela lixagem. As partículas de ferro quentes, incandescentes pirogravam-se na superfície da pintura.
A remoção imediata das partículas de metais e a limpeza e a conservação regulares da pintura podem contribuir para evitar danos. Proteger veículos próximos ou partes contíguas do veículo ao trabalhar com rebarbadora ou ao soldar.
Utilizar produtos para retirar pó de metal usuais e polir eventualmente com Glasurit Massa de polir fina 562-1602. Se as partículas de metal se encontarem numa profundidade maior, lixar ligeiramente com P1200 a área danificada, depois polir com Glasurit Massa de polir fina 562-1602 e dar brilho com polish de alto brilho.
Difusão de uma matéria corante solúvel da base à superfície da pintura. A sangria provoca, na maioria das vezes, manchas no acabamento, muitas vezes de uma cor avermelhada ou amarelada. O excesso de peróxidos no betume de poliéster pode causar manchas semelhantes devido à reacção química com pigmentos.
Para reparar manchas de sangria é preciso recorrer a fundos isolantes apropriados, p.ex. o Glasurit Anti-gravilha 1109-1240/4 e, eventualmente, também o Glasurit Primário aparelho epóxi 801-72 VOC. Em casos de danos extremos, deve-se lixar a pintura até às camadas intactas. Repintura com materias de base e de acabamento apropriados.
Quais os endurecedores e qual o diluente que devem ser utilizados para tintas de acabamento e venizes de 2 c. PUR?
Pode variar a composição do material (endurecedor e diluente) de acordo com a temperatura e o tamanho do objecto. As indicações dadas na tabela que segue referem-se a pinturas totais. No caso de pinturas parciais, é vantajoso optar pelos parâmetros da temperatura inferior seguinte.
Por favor, observar as fichas técnicas actuais!
| Glasurit tinta de altos sólidos série 22 VOC | Glasurit Verniz HS 923-35 VOC | ||
|---|---|---|---|
| Tinta principal série 22 VOC | 100 em vol. | Verniz 923-35 VOC | 100 em vol. |
| Endurecedor VOC | 50 em vol. | Endurecedor VOC 923-35 | 50 em vol. |
| Diluente | 10 em vol. | Diluente | 10 em vol. |
| Viscosidade de aplicação 20 - 24 s DIN 4mm/ 20ºc |
Viscosidade de aplicação 20 - 22 s DIN 4mm/ 20ºc |
||
|---|---|---|---|
| A partir de 30º C | |||
| Endurecedor VOC | 929-33 | Endurecedor VOC | 929-33 |
| Diluente lento | 352-216 | Diluente lento | 352-216 |
| Ou muito lento | 352-345 | ||
| A partir de 25º C | |||
| Endurecedor VOC | 929-33 | Endurecedor VOC | 929-33 |
| Diluente lento | 352-216 | Diluente lento | 352-216 |
| A partir de 20º C | |||
| Endurecedor VOC | 929-33 | Endurecedor VOC | 929-33 |
| Diluente normal | 352-91 | Diluente normal | 352-91 |
| Ou diluente lento | 352-216 | Ou diluente lento | 352-216 |
| A partir de 15º C | |||
| Endurecedor VOC | 929-33 | Endurecedor VOC | 929-33 |
| Diluente normal | 352-91 | Diluente normal | 352-91 |
| Ou diluente rápido para pinturas parciais |
352-50 | Ou diluente rápido para pinturas parciais |
352-50 |
| Os produtos destinam-se exclusivamente ao uso profissional. | |||
Recomendamos que faça um teste de solventes numa área de lixagem até ao substrato antes de iniciar a repintura. Com este método, consegue distinguir camadas sensíveis a solventes eventualmente existentes.
As camadas sensíveis a solventes podem ser:
Esfregar com um pano embebido em Glasurit Diluente 352-50 ou -91 uma área onde a lixagem tenha atingido o substrato
Se uma das camadas de tinta postas à vista inchar, se dissolver ou se tornar pegajosa, trata-se de uma camada sensível a solventes.
Na reparação destas camadas deve observar o seguinte: